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A aventura de Kirby em World of Light

Desbloquear novos personagens é só o começo de tudo (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi)

Cada lutador tem uma singularidade que o torna diferente dos demais. Até mesmo os Echo Fighters - que são versões alternativas, mas com jogabilidade semelhante - têm um motivo para serem usados em vez dos originais. Por exemplo, por mais que a Lucina seja cópia do Marth, da franquia Fire Emblem, no quesito gameplay, alguns números de dano mudam drasticamente dependendo do golpe.
Para desbloqueá-los é preciso vencê-los em encontros que podem acontecer depois de uma outra luta. Essa tarefa pode não ser tão simples quanto parece para jogadores iniciantes e alguns leitores desta review devem achar estranho falar algo assim. Smash é considerado um jogo mais simples por não pedir combinações de comandos como em Street Fighter ou outros games do gênero, mas as lutas contra o “computador” não são convidativas para o público que está começando a jogar agora. Isso se deve porque só é possível escolher um nível de desafio mais baixo para batalhas normais. Os encontros para liberar alguém têm dificuldade própria, o que pode frustrar aqueles que ainda não dominam os comandos.

A aventura de Kirby em World of Light

Há diferentes formas de liberar todo mundo, como o World of Light, o novo modo história que usa os Espíritos da melhor forma possível. Nele, você começa apenas com Kirby. A bolinha rosa é a única sobrevivente após o ataque de Galeem, que engole todo o mundo da Nintendo em uma luz misteriosa. Os outros personagens são capturados e servem como base para a criação de clones que, logo depois, são fundidos com os Espíritos. Kirby deve enfrentar os fantoches possuídos e libertá-los do controle mental. Se for bem sucedido, o lutador ficará disponível. O ponto negativo é que, mesmo tendo os 74 disponíveis no “Smash”, se não encontrar nenhum em World of Light, apenas Kirby poderá ser usado.
O World of Light é um respiro para a franquia, mas ainda não é perfeito. Os confrontos são espalhados pelo mapa e é preciso limpá-los um a um para chegar no chefe final. Cada adversário tem um poder de luta referente ao Espírito que o está possuindo e, para enfrentá-lo com facilidade, é preciso equipar algo com o atributo oposto ao do oponente, e com o poder maior que o dele.

Gráficos são muito bem trabalhados (Foto: Reprodução/Murilo Tunholi)

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